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| Fonte: Rondônia Vip |
domingo, 14 de julho de 2013
Taxa de homicídios de negros cresce 9% em cinco anos
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Assassinatos entre jovens crescem 375,9% em 30 anos, aponta pesquisa
Alagoas e ES lideram taxa de homicídios entre crianças e jovens em 2010.
Mapa da Violência, divulgado nesta quarta, usa dados do governo federal.
Do G1, em São Paulo
A taxa de homicídios entre crianças e jovens com idades entre 1 e 19 anos cresceu 375,9% nas últimas três décadas, segundo o Mapa da Violência 2012- Crianças e Adolescentes do Brasil, divulgado nesta quarta-feira pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela) com base em dados do Ministério da Saúde. (veja a íntegra do estudo em PDF).
O levantamento compara os números de 1980 com os de 2010 e aponta que, atualmente, os assassinatos possuem o maior peso dentre os fatores externos que provocam as mortes de jovens no país. Em 2010, os fatores externos (assassinatos, acidentes, suicídios) representavam 26,5% das mortes nessa faixa etária – em 1980 eram apenas 6,7% do total.

Dentre os fatores externos em 2010, os assassinatos tiveram o maior peso nas mortes: representaram 43,3% do total. Os acidentes de transporte representaram outros 27,2%.
Isoladamente, homicídios de crianças e adolescentes foram responsáveis por 22,5% das mortes dentre a faixa etária no país naquele ano, aponta o levantamento.
A comparação aponta que as mortes cresceram ainda mais na última década. Enquanto que, em 2000, a taxa de assassinatos dentre as crianças chegava a 11,9 por mil pessoas entre 1 e 19 anos, em 2010 a taxa chegou a 13,8. Segundo o censo do IBGE daquele ano, crianças e adolescentes representavam 31,3% da população.
Entre os estados, Alagoas e Espírito Santo lideram em 2010 a taxa de assassinatos de jovens: 34,8 e 33,8 para cada 100 mil, respectivamente. Já São Paulo e Piauí são os que melhor protegem suas crianças e adolescentes dos crimes, com taxas de 5,4 e 3,6 pro 100 mil, respectivamente, apontam os números.
Em comparação com o ano 2000, porém, Bahia e Pará foram os estados que apresentaram maior crescimento da taxa de assassinatos em 2010, com aumento de 576,7% e 351,3%, respectivamente.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Brasil lidera ranking com o maior número de homicídios no continente. Proporcionalmente, é o 3°
O Brasil é o país com maior índice de homicídios dolosos do continente americano, à frente de Colômbia, México e Estados Unidos, revela o Observatório de Segurança da OEA em seu relatório sobre o crime no hemisfério, publicado nesta sexta-feira (03/02) na capital mexicana.
O órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) destaca que em toda a região ocorreram 154.836 homicídios em 2010, com média diária de 424 registros ou 17 a cada hora. Deste total, 75% foram cometidos com armas de fogo.
O Brasil lidera os casos de homicídio doloso, com 40.974 assassinatos em 2010 para uma população de 190 milhões de habitantes.
Em segundo lugar aparece a Colômbia, com 29.324 homicídios para uma população de 46 milhões de habitantes; seguida por México, com 20.585 entre 112 milhões, e Estados Unidos, com 14.159 assassinatos para uma população de 308 milhões.
A Venezuela aparece na quinta posição no ranking de assassinatos, mas suas cifras correspondem ao ano de 2009, quando ocorreram 13.986 homicídios dolosos em uma população de 27 milhões de habitantes.
Os dados foram entregues durante a reunião hemisférica de autoridades judiciais convocada pela OEA para analisar a ameaça do crime organizado no continente, considerada a região mais violenta do planeta.
Por France Presse
Observação do Blog: Proporcionalmente temos : 1º lugar Colômbia (1 em cada 1.568 habitantes assassinado); 2º Venezuela (1 em cada 1.931); 3º Brasil (1 em cada 4.637); 4º Mexico (1 em cada 5.440) e Estados Unidos (1 em cada 21.753 habitantes)
domingo, 4 de março de 2012
MG: Lista de municípios sem crime não condiz com a realidade
Violência. Segundo o governo, em 2011, MG registrou elevação de 16,3% no número de assassinatos; na capital, o aumento foi de 22,1% - Foto: Alex de JesusA Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) divulgou uma lista com 173 cidades que não registraram qualquer tipo de crime em 2011. Porém, um levantamento feito pela reportagem de O TEMPO junto aos batalhões da Polícia Militar de dez dos municípios citados no relatório do governo mostrou que, ao contrário do que foi informado, houve, sim, registro de homicídios e outros crimes em 2011.
Bambuí, na região Centro-Oeste de Minas, aparece como reduto de paz no levantamento do Estado, mas, uma ocorrência, de 1º de fevereiro de 2011, aponta que a cidade foi palco de um duplo homicídio. Dois rapazes mataram dois idosos, de 68 e 72 anos, a facadas - não se sabe a motivação do crime. Em Belo Vale, na região Central, o policial militar Waley Fernandes também confirmou o registro de crimes. "Tivemos vários casos de homicídios e estupros em 2011, só não sei quantos exatamente. Mas foram vários".
em cidades com mais de 100 pessoas - Clique para ampliar

Botumirim, no Norte de Minas, foi outra cidade divulgada pelo Estado como sendo o "paraíso" da segurança. Mas, entre outros casos, ela teve um adolescente de 16 anos assassinado a tiros em um bar, em julho do ano passado. Os crimes em outros municípios como Alto do Jequitibá, Ewbank da Câmara, Felisburgo, Soledade de Minas, Sapucaí-Mirim, Santo Antônio do Jacinto, Pocrane e São Pedro do Suaçuí também não haviam sido contabilizados pelo governo.
Problema. A lista foi divulgada na última quarta-feira. Ontem, após a reportagem de O TEMPO começar a fazer contato com as cidades, o governo retirou a lista do ar e, minutos depois, disponibilizou um novo arquivo. Na nova lista, no entanto, o número de municípios sem registro de crimes caiu para 91, e as cidades procuradas haviam sido retiradas, com exceção de Belo Vale. A secretaria informou que houve um erro na geração da lista e 82 locais foram incluídos por engano.
Nas últimas duas semanas, a reportagem vem mostrando denúncias de omissão e maquiagem de dados de crimes violentos por parte do Estado. Em todas as ocasiões, o governo justificava os 13 meses que ficou sem divulgar os números como necessidade de cuidado na compilação dos dados.
Na avaliação do sociólogo Robson Sávio, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), essa é uma demonstração grave de falta de controle por parte do Estado. "Ou o governo é incapaz de produzir uma estatística real ou está maquiando os dados. Os dois casos evidenciam um problema de governabilidade da secretaria (Seds)".


Barbacena
"A culpa é dos passionais"
A cidade de Barbacena, no Campo das Vertentes, foi a mineira que apresentou o maior índice de elevação de homicídios entre 2010 e 2011. A Polícia Militar no município associa a elevação das estatísticas em quase 200% aos crimes passionais.
A taxa de homicídios no município passou de três para cada grupo de 100 mil habitantes em 2010, para nove, em 2011, um crescimento de 198%. De acordo com o major Ângelo de Pádua, da 13º região da Polícia Militar de Barbacena, esse aumento se deve aos crimes passionais que ocorreram na cidade no ano passado.
"Neste ano, devemos voltar com a tendência de queda. Várias medidas já estão sendo tomadas, como o programa Polícia de Família, implantado no fim do ano, e o treinamento de policiais para enfrentamento ao tráfico", explicou Pádua. Em janeiro e fevereiro deste ano, a cidade registrou dois homicídios, o mesmo número do início do ano passado.
Superficial. A justificativa da polícia de Barbacena difere daquela dada pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), de que o aumento da violência em Minas Gerais está ligado ao tráfico de drogas.
Nos dois casos, o diagnóstico foi criticado por especialistas em violência. Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de segurança pública, afirmou que era preciso fazer um levantamento mais detalhado dos crimes antes de se chegar a uma causa tão específica como a dada pelas autoridades. Só assim, segundo ele, seria possível apontar soluções eficazes para o problema.
"É preciso um banco de dados funcional, que faça a ligação entre os crimes", afirmou. (JS)
Fonte: O Tempo, Por Joana Suarez
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Taxa de homicídios cresce 32% em 15 anos no país, aponta IBGE
Do G1, em São Paulo
A taxa de homicídios no país cresceu 32% em 15 anos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010.
Segundo o estudo, a taxa de mortes por homicídio no país aumentou de 19,2 em 1992 para 25,4 em 2007 a cada 100 mil habitantes, alta de 32%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, segundo o IBGE.
Taxas homcídios IBGE
(clique na imagem para vê-la aumentada)

As mortes por homicídios atingiram, em média, 10 vezes mais os homens do que as mulheres no período, diz o relatório. Só em 2007, o índice era de 47,7 para eles e de 3,9 para elas, uma proporção, nesse caso, 12 vezes maior. Em 1992, era de 35,6 para os homens e de 3,2 para as mulheres.
Segundo estudo, o coeficiente geral de mortes, que cresceu de 1992 a 2003, apresenta uma tendência de queda a partir de 2004 (veja histórico completo no gráfico acima).
saiba mais
Por estado
O estado de Alagoas tinha, em 2007, a maior taxa de homicídios do país, que era de 59,5 por 100 mil habitantes, seguido do Espírito Santo, com 53,3, e de Pernambuco, com taxa de 53. O estado do Rio de Janeiro ocupava o quarto lugar, com coeficiente de 41,5 a cada 100 mil habitantes, e também caiu em relação a 2004, quando era de 50,8.
As menores taxas estavam, em 2007, em Santa Catarina (10,4), Piauí (12,4) e São Paulo (15,4). De modo geral, o menor índice está na Região Sul do país (21,4) e o maior, na Nordeste (29,6).
Segundo o relatório do IBGE, os óbitos por homicídios afetam a esperança de vida, que não é superior devido às mortes prematuras, sobretudo de jovens do sexo masculino. A criminalidade ocasiona, ainda segundo a pesquisa, grandes custos sociais e econômicos. Além das vidas perdidas, gera sequelas emocionais às famílias das vítimas, elevados custos hospitalares e
para o controle da violência, e insegurança na população, interferindo negativamente na qualidade de vida.
Mortes por acidentes
O índice de mortes por acidentes de transportes também é visto com preocupação no relatório e era, em 2007, de 20,3 por 100 mil habitantes, diz a pesquisa, alta de 11% em relação a 1992, quando era de 18,3 (incremento absoluto de dois óbitos por 100 mil habitantes no período).
Em 2007, os maiores valores eram observados nas regiões Centro-Oeste (27,4 por 100 mil habitantes) e Sul (26,2). A taxa mais alta era observada em Roraima (33,7) e em Santa Catarina (32,7).
Assim como nas mortes por homicídio, a proporção de óbitos por acidentes de trânsito é maior nos homens, atingindo a taxa de 33,8 para eles de 7,2 para elas em 2007.
Segundo o relatório, os acidentes de transporte, por serem um dos fatores que ameaçam a
segurança física dos cidadãos, refletem na qualidade de vida da população, que é um dos aspectos essenciais na busca do desenvolvimento sustentável.
O estudo diz, ainda, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera os acidentes de transporte como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, uma consequência da acelerada urbanização e motorização, que não é acompanhada na mesma proporção de infraestrutura.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Violência Contra Mulheres e Meninas: Brasil é 12º colocado no ranking mundial de homicídios
Especial para o PRVL
A cada 2 horas uma mulher é morta no Brasil. Em dez anos (de 1997 a 2007), 41.532 meninas e adultas foram assassinadas, segundo o Mapa da Violência 2010, estudo dos homicídios feito com base nos dados do SUS. Estes números colocam o Brasil no triste patamar de 12º colocado no ranking mundial de homicídios de mulheres.
Dados divulgados pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, das chamadas do Disque-Denúncia, mostram que as ligações passaram de 46 mil em 2006 para 401 mil em 2009. Só no primeiro trimestre deste ano foram registrados 145,9 mil chamados, um aumento de 65% no número de denúncias.
Apesar do cenário não se mostrar favorável, a perspectiva de mudança ainda existe. “Em razão do fortalecimento do movimento feminista e do aumento dos serviços de atendimento às mulheres vítimas de violência. Esses fatores associados se constituem em possibilidades de mudança positiva”, afirma a Coordenadora da Área de Violência do UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – parte da ONU Mulheres), Verônica dos Anjos.
Um ponto final
É diante deste quadro que a campanha Ponto Final na Violência Contra Mulheres e Meninas divulgou nota pública de alerta à sociedade. O objetivo é convidar a todos, para que se mobilizem para que nenhum caso fique sem punição.
“A Campanha Ponto Final busca contribuir para a geração de uma posição coletiva contra esta forma de violência, atuando no fortalecimento de respostas institucionais mais amplas no sentido da prevenção”, diz Renata Teixeira Jardim, da coordenação da Campanha. Ela explica ainda que “a eliminação da aceitação social da violência contra as mulheres é um desafio para a sociedade contemporânea, que convive cotidianamente com essas manifestações”.
Silêncio, omissão e tolerância não podem mais ter espaço. “O movimento de mulheres identifica, há quatro décadas, que a banalização dos fatos, os torna eventos naturais nas relações sociais. Faz parte do comportamento humano, portanto, aceitável”, explica a nota, que foi elaborada pela Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.
“Muito pode e deve ser feito. É muito importante tornar a violência contra mulheres visível, ou seja, publicizar sua ocorrência de maneira que deixe de ser ‘aceita’ como uma forma de controle sobre as mulheres, permitida aos homens. Portanto, uma iniciativa relevante para a redução dessa forma de violência seria, além de outras, a ampliação massiva do conhecimento e do debate sobre o tema”, lembra Verônica dos Anjos.
A Campanha Ponto Final na Violência Contra Mulheres e Meninas não é uma iniciativa pontual. Ela faz parte de um conjunto de ações que abrangem a América Latina e Caribe e que integram um diálogo mundial acerca da violência de gênero, coordenado aqui pela Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe. A Unifem também tem uma vertente de cuidado especifico para mulheres e meninas, em desenvolvimento nos cinco países que estão sob a coordenação do Escritório Unifem Brasil e Cone Sul, a saber: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Apontado como campeão de homicídios, Brás tem até código antifurto
Afonso Benites - da Folha
Um posto de combustíveis assaltado 12 vezes em um ano. Moradores que precisam identificar seus veículos para que não sejam furtados. Mães choram assassinatos. As três situações foram encontradas pela Folha no Brás, apontado por um estudo do Hospital Universitário da USP como o bairro mais violento de São Paulo.
Nos últimos três anos, o tradicional bairro da região central ficou com a maior taxa de homicídios por 100 mil habitantes da cidade --140--, o que o coloca no topo do ranking das mortes violentas, conforme um levantamento realizado pelos médicos Paulo Lotufo e Isabela Bensenor, do HU da USP.
A pesquisa se baseou em dados do Programa de Aprimoramento de Informações de Mortalidade da prefeitura e levou em conta o local de moradia das principais vítimas --homens de 15 a 44 anos.
Conhecido pelo intenso comércio e por reunir diversas moradias temporárias, o Brás superou regiões que na década de 1990 eram as mais violentas, como Jardim Ângela e Capão Redondo, bairros localizados no extremo sul da cidade (veja tabela abaixo).
Para policiais que atuam na região, o alto fluxo de pessoas e o reduzido investimento no combate aos homicídios no bairro justificam a mudança.
Crime na rua
Pelas ruas do Brás é comum ouvir relatos de assaltos, furtos e assassinatos. O frentista de um posto do bairro diz que já se acostumou a ser vítima de assaltos a mão armada --foram 12, só no ano passado, nem todos registrados na polícia. "Já estou calejado, mas, mesmo assim, tenho medo", relatou.
Recentemente, os moradores adotaram um código imposto por criminosos. Quem não quiser ter seu carro furtado deve levantar o limpador de para-brisas. "Assim, eles [ladrões] sabem quem é morador e quem é visita. [Nos carros] Dos moradores ninguém faz nada. Mas, se é de fora, pode perder o toca-fitas ou o carro", diz um lojista.
Apesar dos assaltos e furtos, o que está mais vivo na mente dos moradores é o assassinato de dois jovens no meio da rua. "Era para matar uma outra pessoa, que tinha relação com drogas. Mas confundiram com meu filho, que era um trabalhador", disse uma das mães.
| Taxa de homicídios por 100 mil habitantes entre homens de 15 a 44 anos | |||
| Comparação entre 1996-1998 e 2007-2009 | |||
| | 1996-98 | | 2007-09 |
| Brasilândia | 330 | Brás | 140 |
| Jardim Ângela | 304 | Brasilândia | 100 |
| Guaianases | 274 | Belém | 97 |
| Capão Redondo | 241 | Jardim São Luís | 96 |
| Cidade Tiradentes | 240 | Jardim Ângela | 94 |
| Jardim São Luís | 238 | Parque do Carmo | 92 |
| Cachoeirinha | 233 | República | 91 |
| Grajaú | 231 | Limão | 85 |
| Iguatemi | 228 | Perus | 85 |
| Cidade Dutra | 225 | Cachoeirinha | 85 |
| Parelheiros | 223 | Socorro | 85 |
| Cidade Ademar | 220 | Pari | 80 |
| Lajeado | 214 | Iguatemi | 79 |
| Vila Curuçá | 203 | Jaguaré | 79 |
| Jardim Helena | 197 | São Miguel | 79 |
| São Miguel | 195 | Cambuci | 79 |
| Jabaquara | 194 | Vila Andrade | 77 |
| São Mateus | 192 | Capão Redondo | 77 |
| São Rafael | 184 | Morumbi | 76 |
| Morumbi | 178 | Jaraguá | 75 |
| Itaquera | 177 | Marsilac | 73 |
| Sé | 175 | Freguesia do Ó | 72 |
| Sacomã | 174 | Cidade Ademar | 71 |
| Itaim Paulista | 174 | Parelheiros | 71 |
| Sapopemba | 168 | Bom Retiro | 70 |
| Vila Andrade | 165 | Cangaíba | 68 |
| Pari | 161 | Santa Cecília | 67 |
| Campo Limpo | 158 | São Mateus | 67 |
| Limão | 155 | Campo Limpo | 66 |
| Brás | 153 | Tremembé | 66 |
| Rio Pequeno | 152 | Anhangüera | 64 |
| Pedreira | 151 | Sé | 64 |
| Pirituba | 150 | Jaçanã | 64 |
| Parque do Carmo | 146 | Vila Matilde | 64 |
| Cidade Líder | 145 | Cidade Dutra | 63 |
| Perus | 144 | Itaquera | 63 |
| Vila Jacuí | 143 | Grajaú | 63 |
| Cursino | 141 | Ponte Rasa | 63 |
| Campo Grande | 140 | Guaianases | 63 |
| Jaçanã | 140 | Vila Maria | 61 |
| Raposo Tavares | 140 | Itaim Paulista | 61 |
| Ipiranga | 137 | Artur Alvim | 61 |
| Artur Alvim | 135 | Cidade Tiradentes | 60 |
| Vila Prudente | 133 | Vila Medeiros | 57 |
| Ermelino Matarazzo | 128 | Água Rasa | 57 |
| Casa Verde | 125 | Ipiranga | 56 |
| Socorro | 120 | Sapopemba | 54 |
| Santo Amaro | 118 | Pirituba | 53 |
| José Bonifácio | 118 | Campo Grande | 53 |
| Vila Medeiros | 118 | Vila Prudente | 53 |
| Belém | 118 | Vila Sônia | 53 |
| Vila Maria | 117 | Sacomã | 52 |
| Jaraguá | 116 | Jabaquara | 52 |
| Campo Belo | 115 | Vila Formosa | 52 |
| Aricanduva | 111 | Cursino | 51 |
| Freguesia do Ó | 110 | Raposo Tavares | 50 |
| Vila Leopoldina | 109 | Cidade Líder | 49 |
| Jaguaré | 108 | Santo Amaro | 48 |
| Bom Retiro | 108 | Mandaqui | 48 |
| São Domingos | 105 | Vila Curuçá | 48 |
| Barra Funda | 103 | Vila Leopoldina | 46 |
| Ponte Rasa | 103 | São Lucas | 46 |
| Vila Sônia | 98 | Casa Verde | 45 |
| Cangaíba | 95 | Vila Guilherme | 44 |
| Tremembé | 92 | Pedreira | 44 |
| Penha | 88 | Penha | 44 |
| Itaim Bibi | 88 | Vila Jacuí | 44 |
| República | 87 | José Bonifácio | 43 |
| São Lucas | 84 | Tucuruvi | 43 |
| Carrão | 84 | Aricanduva | 42 |
| Vila Matilde | 81 | Campo Belo | 42 |
| Moóca | 79 | Rio Pequeno | 41 |
| Vila Guilherme | 78 | Lajeado | 39 |
| Mandaqui | 78 | Jardim Helena | 39 |
| Vila Formosa | 78 | São Domingos | 39 |
| Água Rasa | 75 | Barra Funda | 38 |
| Liberdade | 70 | Lapa | 38 |
| Tatuapé | 69 | Bela Vista | 37 |
| Butantã | 69 | São Rafael | 36 |
| Saúde | 66 | Liberdade | 35 |
| Santa Cecília | 65 | Moóca | 35 |
| Cambuci | 64 | Ermelino Matarazzo | 32 |
| Bela Vista | 64 | Jaguara | 31 |
| Anhangüera | 61 | Consolação | 29 |
| Jaguara | 60 | Pinheiros | 29 |
| Marsilac | 58 | Carrão | 22 |
| Tucuruvi | 54 | Tatuapé | 21 |
| Santana | 52 | Vila Mariana | 21 |
| Pinheiros | 42 | Santana | 20 |
| Vila Mariana | 41 | Saúde | 20 |
| Moema | 40 | Perdizes | 15 |
| Alto de Pinheiros | 39 | Butantã | 13 |
| Lapa | 31 | Itaim Bibi | 11 |
| Perdizes | 27 | Jardim Paulista | 9 |
| Consolação | 25 | Moema | 8 |
| Jardim Paulista | 14 | Alto de Pinheiros | 4 |
| Fonte: Pro-Aim e pesquisa elaborada pelos médicos Paulo Lotufo e Isabela Bensenor, do Hospital Universitário da USP | |||
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